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Mostrando postagens de setembro, 2014

Livro | O Retrato de Dorian Gray

A primeira vez que ouvi falar desse livro foi em um dos artigos do Literatortura. O enredo e a época em que foi escrito me chamou bastante atenção (o livro foi publicado em 1980) e um dia eu estava zapeando na TV e vi em um canal que o pacote daqui de casa não cobre (risos) o filme baseado no livro. Fiquei com vontade de assistir e pensei, bom, já que não dá pra assistir vou ler. Eu sou muito assim. Algumas coisas chamam a minha atenção por algum motivo particular, no momento eu não tenho aquele impulso de atingir o objetivo (ler, no caso), mas se depois de algum tempo eu entro em contato com alguma coisa que me faz lembrar que aquilo já havia me chamado atenção antes, mesmo que eu não me lembre exatamente o porquê, o impulso   se torna maior do que o do primeiro contato. Isso acontece muito comigo, principalmente com livros. De início Oscar Wilde demonstra a sua personalidade forte definindo o que é ser artista e chegando a afirmar que toda arte é completamente inúti...

Livro | @mor

Queridx leitor(a), Não gosto de chick-lit. Bem, na verdade eu tenho um preconceito com esse gênero. Digo preconceito porque os únicos chick-lit que eu já li foram os do Maurício Gomyde e eu gostei bastante (pelo menos d O Mundo de Vidro sim, do Ainda não te disse nada , nem tanto). Mas sabe o que me incomoda e me faz ter esse preconceito com relação a esses tipos de livro? Sempre imagino que vai ser só mais uma na comédia romântica. Somente mais da mesma história previsível. Com @mor foi diferente. Certo, logo no início eu já imaginava saber qual seria o desfecho. Mas @mor tem uma proposta inovadora: a história é inteiramente contada através dos e-mails que os dois protagonistas trocam. Eles nem se conhecem, toda a relação se inicia por mero acaso e se desenrola e evolui, mas nós acompanhamos apenas o que eles visualizam em suas caixas de entrada. Claro que há um contexto, afinal os personagens têm suas vidas além do mundo virtual. E esse contexto fica por conta da nossa ...

Calculadora da discórdia

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Pensei que estando na área da saúde iria me livrar da matemática 4ever. Mas nãaaao. A bioestatística está aí reprovando geral desde sempre. Bem, não sou das piores. Ou vamos descobrir isso na prova. Precisei comprar uma calculadora científica. Encontrei uma por 8,00 e saí espalhando pra todo mundo; me gabando na frente da galera que comprou por 20,00. Sabe, nós não precisamos daquelas calculadoras mais estouradas. Só precisamos das funções de estatística. Rebecca, vulga Rebs, me pediu que comprasse uma pra ela. Mas não azul como a minha, porque ela não gosta de azul. Fui na loja, dessa vez o dono foi me atender. Veja só, eu tinha ido lá uma semana antes, e a vendedora tinha ido procurar outras cores no estoque e só tinha encontrado azul. Dessa vez, o rapaz que me atendeu encontrou rosa e branca também. Apois, comprei a rosa.   Carol, minha cúmplice. Em casa, com ajuda de Carol, troquei as calculadoras de embalagem e entreguei a Rebs a minha, azul, como se fos...