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Livro | O Retrato de Dorian Gray

A primeira vez que ouvi falar desse livro foi em um dos artigos do Literatortura. O enredo e a época em que foi escrito me chamou bastante atenção (o livro foi publicado em 1980) e um dia eu estava zapeando na TV e vi em um canal que o pacote daqui de casa não cobre (risos) o filme baseado no livro. Fiquei com vontade de assistir e pensei, bom, já que não dá pra assistir vou ler. Eu sou muito assim. Algumas coisas chamam a minha atenção por algum motivo particular, no momento eu não tenho aquele impulso de atingir o objetivo (ler, no caso), mas se depois de algum tempo eu entro em contato com alguma coisa que me faz lembrar que aquilo já havia me chamado atenção antes, mesmo que eu não me lembre exatamente o porquê, o impulso   se torna maior do que o do primeiro contato. Isso acontece muito comigo, principalmente com livros. De início Oscar Wilde demonstra a sua personalidade forte definindo o que é ser artista e chegando a afirmar que toda arte é completamente inúti...

Livro | A Cura de Schopenhauer

Nos Agradecimentos Irvin D. Yalom chama sua obra de " estranha mistura de ficção, psicobiografia e pedagogia da  psicoterapia". Terminei de ler me sentindo realmente uma aluna estudando sobre psicotrapia, e digo mais: achei interessantíssimo. - Eu diria que Schopenhauer curou você, mas agora você precisa  se curar dele. - disse Tony (p. 573) Não sei bem por qual motivo me interessei por esse livro. Não conheço outras obras do autor e nunca tinha ouvido falar desse tal de Schopenhauer, aliás, antes de começar a ler, perdoe a ignorância, eu pensava que Artur Schopenhauer era um mero personagem fictício. Além disso as 614 páginas me fizeram desanimar. Tanto é que só comecei a lê-lo agora, depois de 7 meses de tê-lo adquirido. Demorei pra começar a ler, mas digo que foi numa ótima fase da minha vida. Comecei a ler logo após uma conversa que tive com um amigo e que me fez pensar sobre mim mesma, sobre a forma que eu me expressava e sentia, e a partir de então passei a val...